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Portugal e Brasil estão no lote de oito países ibero-americanos que assinaram esta quarta-feira um acordo para facilitar a mobilidade territorial de investigadores, empresários, empreendedores e estudantes para promover o intercâmbio de conhecimento e criação científica e intelectual.

Além desses, os signatários são Espanha, República Dominicana, Colômbia, Nicarágua, Panamá e Guatemala, cujos diplomatas assinaram o texto pouco antes do início da XXVII Cimeira Ibero-Americana de Andorra, que se realiza na cidade serrana de Soldeu.

Onde o objetivo do acordo visa impulsionar “a inovação e aproveitar as capacidades criativas, científicas e tecnológicas” tal como “o crescimento económico e o desenvolvimento sustentável”.

Após anos de trabalho, o tratado viu a luz do dia, embora os signatários tenham ainda de negociar os acordos para o seu desenvolvimento numa conferência que ainda não tem data, além de ratificá-lo nos respetivos parlamentos.

Até ao final de 2022, o texto está aberto aos países ibero-americanos que queiram aderir.

Entre os profissionais que podem beneficiar desse espaço comum estão os alunos que tenham obtido uma graduação, diploma ou título de ensino superior e que se mudem para fazer estágio.

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