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O primeiro-ministro anunciou, esta quarta-feira, ao país que a regra é ficar em casa. Por isso, é necessário “regressar ao dever de recolhimento obrigatório como tivemos em março e abril”, que vai entrar em vigor às 00h desta sexta-feira.

O novo confinamento será semelhante ao que se verificou em março e abril. Assim, poderão continuar abertos e sem restrição horária aqueles estabelecimentos “de bens essenciais”.

Relativamente aos estabelecimentos de ensino, António Costa referiu que vão ficar abertos durante o novo confinamento. O teletrabalho “é obrigatório sempre que possível” e que será “muito grave” a coima decorrente da violação desta norma.

O Governo decidiu ainda que vai duplicar todas as multas que estão previstas para a violação de qualquer uma das normas relativas às medidas de contenção da pandemia, como o uso de máscara na via pública. A duplicação das coimas será um “sinal claro de determinação”.

Os cabeleireiros e barbearias terão de encerrar portas. Os ginásios têm de fechar, mas as missas são permitidas. O futebol profissional vai continuar, mas sem público.

Os tribunais vão continuar em funcionamento, assim como o atendimento presencial, com marcação, nos serviços públicos.

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