Brasil suspende uso da vacina AstraZeneca em grávidas

O Governo brasileiro suspendeu a aplicação da vacina AstraZeneca em grávidas e mulheres no período pós-parto, na sequência da morte de uma grávida, e restringiu a vacinação em grávidas com doenças preexistentes.

O anúncio foi feito na terça-feira pelo Ministério da Saúde brasileiro, que acrescentou que as grávidas com doenças preexistentes devem receber apenas as vacinas CoronaVac, do laboratório chinês Sinovac, e a da farmacêuticas Pfizer-BioNTech.

A suspensão da vacina da AstraZeneca foi recomendada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária brasileira, após a notificação da morte suspeita de uma grávida, de 35 anos, que poderá estar relacionado com a administração da vacina, ainda estando sob investigação.

Até ao momento, pelo menos 22.295 grávidas já foram vacinadas no país, segundo os dados do Ministério da Saúde. Dessas, 15.014 receberam a vacina da AstraZeneca, 3.414 a Coronavac e 3.867 a vacina da Pfizer-BioNTech.

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