Miranda do Corvo: Hospital Compaixão mais de 17 mil beneficiários em 2025

Assistir doentes, melhorando o acesso aos cuidados de saúde, e criar emprego, foram os objetivos da Fundação ao investir no Hospital Compaixão.


O Hospital de Miranda do Corvo assistiu 16 596 utentes nas consultas e exames auxiliares de diagnóstico.


No internamento o Hospital Compaixão respondeu a 208 utentes internados nas Camas de retaguarda da ULS e 120 doentes na enfermaria de Cuidados Continuados e 1 de Companhia de Seguros São doentes vindos de vários pontos da Região Centro. Os mais distantes vieram de Castelo Branco.


O Hospital Compaixão realizou um total de 5618 consultas. O CAC, Centro de Atendimento Clínico para situações agudas, tem o maior número com 3193 doentes sendo as restantes das várias especialidades de clínica geral, cardiologia, gastro, ginecologia, urologia, neurocirurgia, pediatria, oftalmologia, otorrino, ortopedia, pneumologia, psiquiatria.


Para as crianças as consultas da fala têm sido muito importantes prevendo-se um crescimento da resposta em 2026.


Na área dos exames complementares de diagnóstico o maior número de atendimentos registou-se na Imagiologia com 4.139, cardiologia 3.205, análises 3.009, gastroenterologia 625.


No hospital trabalham 107 colaboradores, sendo 39 a contrato e 68 prestadores de serviços a “recibo verde “.


No universo empresarial de Miranda – com poucos postos de trabalho e empresas de reduzida dimensão – o Hospital Compaixão é um empregador muito relevante.


A Fundação tem mais de 500 trabalhadores e mais de 1000 colaboradores.


Olhando para estes números custa a crer que tantas pessoas tivessem sido contra a abertura do Hospital Compaixão.


Infelizmente a Fundação ainda não conseguiu assinar o acordo para a realização de consultas e cirurgias, para combater as listas de espera no âmbito do SNS, a residentes em Condeixa, Lousã, Miranda, Penela e Poiares.


O acordo esteve anunciado para dezembro, mas não veio o ser assinado devido às mudanças de administração na ULS de Coimbra.


A Fundação tem a esperança que em 2026, com o acordo assinado, haverá um enorme crescimento da resposta assistencial melhorando muito o acesso dos doentes a cuidados de saúde de proximidade, com comodidade e maior humanização.

0