O homem detido pelo homicídio de Maria Custódia Amaral, agente imobiliária desaparecida a 19 de janeiro na Lourinhã, ficou sujeito a prisão preventiva, a medida de coação mais gravosa, decidida pelo Tribunal de Loures. O corpo da vítima foi encontrado enterrado junto à Lagoa de Óbidos, duas semanas após o desaparecimento.
O suspeito, de 35 anos e conhecido da vítima há vários anos, alegou perante o juiz que estava obcecado pela filha de Delfina Cruz e confessou o crime, alegando ainda que a morte ocorreu de forma acidental. Segundo informou à comunicação social, José explicou que tentou limpar a casa e enterrar o corpo por estar em pânico de ser detido pela Polícia Judiciária.

O suspeito vai agora aguardar julgamento em estabelecimento prisional.
