Raquel Coelho abriu o coração numa entrevista exclusiva à TV 7 Dias, revelando detalhes sobre a dor de perder o namorado, o DJ Maycon Douglas, e sobre como tem lidado com o luto.
A jovem contou que começou a fazer o luto no dia 31 de dezembro de 2025, quando percebeu que algo de grave tinha acontecido, após Maycon não comparecer a um sound check em Quarteira, algo incomum para o artista. No dia seguinte, ao surgirem os destroços do carro no farol, a realidade confirmou-se.
Questionada sobre se percebeu de imediato que se tratava de suicídio, Raquel admitiu que essa hipótese passou pela sua cabeça. Sobre a noite em que Maycon desapareceu, explicou que estavam juntos e tiveram uma discussão: “A minha ideia era falar com ele no dia seguinte, mas já não consegui. Ele tentou ligar-me, mas eu não atendi porque estava magoada”.
Raquel preserva as últimas palavras do namorado, dizendo que prefere não partilhá-las publicamente, e confessou que a culpa tem sido o sentimento que mais a acompanha: “Se eu tivesse atendido, a verdade é que não sei se o desfecho teria mudado, mas é um sentimento que me acompanha”.
A jovem também falou sobre o reconhecimento do corpo, feito na Nazaré, acompanhada do melhor amigo de Maycon e de outros amigos próximos. “Eu e o melhor amigo dele fomos reconhecer o corpo, ainda no Porto de Pescas”, revelou.
Sobre a mãe do DJ, Raquel manteve-se discreta, respeitando o desejo da família de não falar sobre o assunto, mas disse ter mantido algum contacto através do melhor amigo de Maycon.
Raquel e Maycon namoravam desde setembro de 2025 e tinham planos para o futuro, embora não morassem juntos. A jovem descreveu o episódio como um momento impulsivo do DJ, carregado de mágoas e revoltas acumuladas ao longo da vida.
Entre os pertences que guardou de Maycon estão roupas e objetos pessoais, mas a lembrança que mais a marca é a tatuagem que fez em homenagem a ele: “A única coisa que mantenho sempre comigo é a tatuagem, que me faz sentir que o trago sempre comigo”.
Raquel Coelho mantém-se reservada, preservando as memórias e recordações do namorado como forma de lidar com a perda e a dor pessoal.

