A pandemia custou 6.751 milhões de euros ao Estado até novembro, divulgou a Direção-Geral do Orçamento.
Do lado da receita, o destaque para o impacto associado à suspensão dos pagamentos por conta do IRC, estimado em 265,1 ME, bem como o impacto relativo à isenção do pagamento da Taxa Social Única (TSU), estimado em 218,6 ME.
Quanto à despesa, os apoios às empresas e ao emprego atingiram 3.397,6 ME, com destaque para o programa Apoiar (1.070,5 ME), os apoios ao setor dos transportes (603,5 ME), o apoio extraordinário à retoma progressiva da atividade (533 ME) e o ‘lay-off’ simplificado (367,5 ME).
A DGO refere ainda as medidas do setor da Saúde, no montante de 1.312,9 ME, nomeadamente com recursos humanos, equipamentos de proteção individual, medicamentos, vacinas e testes, bem como as medidas de apoio ao rendimento das famílias que totalizaram 848,5 ME.
Os apoios extraordinários ao rendimento dos trabalhadores custaram 463,3 ME até novembro.

