A dor crónica afeta cerca de 34% dos doentes em cuidados primários, em Portugal. Em entrevista à RTP, o médico anestesiologista, Armando Barbosa, refere que a dor crónica está diretamente relacionada com o crescente envelhecimento da população e merece cada vez mais atenção por parte das autoridades de saúde:
No que diz respeito à intensidade da dor, numa escala de 0 a 10, a média de intensidade máxima referida pelos doentes é de 7. Para este responsável, quanto mais cedo se tratar a dor, melhor:

Ainda de acordo com Armando Barbosa, no tratamento da dor crónica procura-se evitar cada vez mais o consumo de opióides, optando-se por terapias menos invasivas, como a radiofrequência:
Excertos da entrevista do médico anestesiologista, Armando Barbosa, à RTP, a propósito da dor crónica, que afeta cerca de 34% dos doentes em cuidados primários, em Portugal.
