A distribuição de oxigénio no hospital Amadora-Sintra já foi regularizada. A informação foi confirmada à RTP pelo presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, Luís Pisco:
O responsável explicou que já estava previsto aumentar a capacidade da rede, mas não houve tempo por causa do grande aumento de doentes que deram entrada no hospital:
Era Luís Pisco, presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, confirmando, à RTP, que a situação no Hospital Amadora-Sintra já está regularizada.
Ainda assim, o hospital irá proceder à transferência de vários doentes para outras unidades de saúde, de forma a repor os valores do sistema de oxigénio. A situação deverá ficar resolvida até ao fim de semana.
Já esta manhã, em Coimbra, o secretário de Estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales, garantiu que o Governo tudo fará para que situações como esta não se repitam:
A garantia do secretário de Estado Adjunto e da Saúde, esta manhã, em Coimbra, onde inaugurou a unidade de retaguarda, instalada no Hospital Militar.
Lacerda Sales enalteceu o contributo da Assembleia e Câmara Municipais para a abertura do espaço:
O governante explicou a razão de, para já, serem disponibilizadas apenas 31 das 60 camas existentes nesta unidade de retaguarda, numa altura em que o CHUC está no limite de internamentos:
Questionado pelos jornalistas sobre um eventual atraso na abertura desta e de outras unidades, o secretário de Estado respondeu assim:
Relativamente ao pedido de ajuda internacional, Lacerda Sales revelou que não existe, formalmente, mas não excluiu essa possibilidade:
As declarações de António Lacerda Sales, secretário de Estado Adjunto e da Saúde, em Coimbra, onde inaugurou a unidade de retaguarda, instalada no Hospital Militar.
Para já, estão disponíveis 31 das 60 camas daquela unidade, que pode acolher casos de baixa e média complexidade.

