Os trabalhadores das empresas rodoviárias privadas estão hoje em greve, com outra paralisação já marcada para 1 de outubro, em protesto por melhores salários, numa iniciativa que abrangerá mais de 90 empresas em todo o país.
Em entrevista à TSF, o dirigente do Sindicato dos Transportes Rodoviários Urbanos do Norte diz não ter indicações sobre a adesão à greve, mas defende que terá sempre impacto:
Eduardo Ribeiro explica, ainda, o motivo desta greve:
Até lá, as reivindicações irão continuar. Em causa está a proposta de aumento da Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP) dos 15 para os 30 euros. Assim que cheguem a acordo, a greve termina.

