O recurso ao ‘lay-off’ simplificado e ao regime de apoio extraordinário à retoma progressiva permitiu à TAP poupar 127 milhões de euros em 2020.
A companhia aérea conseguiu assim libertar liquidez tanto graças ao dinheiro que recebeu da Segurança Social como do não pagamento da Taxa Social Única.
Recorde-se que, entre abril e junho de 2020, a TAP aderiu ao ‘lay-off’ simplificado “como medida excecional e temporária de proteção dos postos de trabalho, no âmbito da pandemia Covid-19″, o que traduziu na redução temporária do período normal de trabalho ou na suspensão do contrato de trabalho.

Entre 1 de agosto de 2020 e até 30 de novembro de 2020, a empresa aderiu ao novo mecanismo que sucede ao ‘lay-off’ simplificado, o apoio extraordinário à retoma progressiva.
Em grande parte graças a estas medidas, os custos da TAP com o pessoal situaram-se em 419,7 milhões de euros em 2020. Além do ‘lay-off’, a quebra é também “resultado da menor atividade da empresa” e da “redução do quadro de trabalhadores pela não renovação de contratos a termo”.
Já em 2021, a TAP anunciou a adesão ao ‘lay-off’ clássico a partir de dia 1 de março e durante um período estimado de 12 meses.
