O presidente da Associação Portuguesa de Bioética não concorda com a criação de um documento que identifique e discrimine os cidadãos que têm ou não a vacina contra a Covid-19.
Em declarações à Antena 1, Rui Nunes diz que não pode haver cidadãos de primeira e de segunda:
A proteção de dados dos cidadãos é outra das preocupações da associação:
Recorde-se que a Comissão Europeia apresentou, esta quarta-feira, a proposta para criação de um livre-trânsito digital que comprove vacinação ou recuperação da COVID-19, para facilitar a circulação na União Europeia até que a pandemia seja declarada extinta.
Depois disso, será abandonado, garantiu o comissário europeu da Justiça, Didier Reynders. A Comissão Europeia espera ter este instrumento em vigor a partir de junho.

