Suspeitos de violação de menor ficam em prisão preventiva em inglaterra

Um cidadão português e um cidadão britânico foram detidos e ficaram sob custódia policial em Inglaterra, após serem acusados da violação de uma jovem de 14 anos. O crime terá ocorrido na madrugada do passado dia 23 de maio, na localidade de Eastbourne, na costa sul do país. Segundo os dados partilhados pelas autoridades britânicas, as agressões terão tido lugar no interior de uma habitação daquela cidade balnear, num período compreendido entre as 2h30 e as 7h00 da manhã.

A investigação ativada pela Polícia de Sussex resultou na identificação e subsequente captura de dois suspeitos num curto espaço de tempo. No dia 25 de maio, as autoridades detiveram Miguel Silva, um cidadão português de 39 anos e residente em Longland Road, que foi formalmente acusado de três crimes de natureza sexual, incluindo o crime de prática sexual com penetração a menor entre os 13 e os 15 anos. Dois dias mais tarde, a 27 de maio, foi a vez de ser detido o cidadão britânico Adam Hendrick, de 40 anos e residente em Walton Close, que enfrenta agora cinco acusações ligadas à mesma tipologia de agressão sexual.

Os dois homens já foram submetidos a um primeiro interrogatório judicial, tendo recolhido aos estabelecimentos prisionais sob a medida de coação de prisão preventiva. O regresso dos arguidos ao tribunal para a continuação dos trâmites judiciais está agendado para o próximo dia 24 de junho.

O inspetor Steve Shimmons, responsável pela condução do caso na Polícia de Sussex, reiterou o compromisso público do organismo no combate a este tipo de criminalidade violenta, sublinhando que é uma prioridade institucional identificar e deter os suspeitos de violência contra mulheres e meninas, ao mesmo tempo que enalteceu a força e a coragem necessárias para a denúncia destes crimes. O responsável assegurou ainda que a corporação está empenhada em garantir a proteção contínua da vítima e em fornecer todo o apoio especializado necessário no decorrer do processo.

Até ao momento, os investigadores locais continuam concentrados na recolha de elementos de prova adicionais para sustentar a acusação. Mantém-se, contudo, por esclarecer se existia algum tipo de ligação prévia entre a menor e os dois agressores, bem como o contexto exato em que as abordagens e as subsequentes agressões ocorreram.

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