Município de Ílhavo reforça apoio às Juntas de Freguesia com investimento recorde em 2026

O Município de Ílhavo formalizou, esta manhã, a assinatura dos Contratos Interadministrativos com as quatro Juntas de Freguesia do concelho para 2026, num reforço global de apoio que atinge os 700 mil euros, distribuídos entre a Delegação de Competências e os próprios contratos.

O investimento base fixa-se nos 390 mil euros, representando um aumento de cerca de 15% face a 2025. Esta verba destina-se a intervenções de proximidade, como a manutenção de arruamentos, pequenas obras e a qualificação de espaços públicos.

A distribuição do investimento base contempla 129.200 euros para a Junta de Freguesia de São Salvador, 113.000 euros para a Junta de Freguesia da Gafanha da Nazaré, 50.800 euros para a Junta de Freguesia da Gafanha da Encarnação e 24.500 euros para a Junta de Freguesia da Gafanha do Carmo.

Além deste montante, o Município atribui ainda 20 mil euros para projetos de sustentabilidade ambiental e uma verba extraordinária de 52.500 euros, repartida de forma equitativa pelas quatro freguesias, com caráter compensatório face à não atualização dos valores desde 2019 no auto de transferências.

Está também prevista a aquisição de compostores domésticos, num investimento de 10 mil euros, que serão distribuídos pelos munícipes em articulação com as juntas, promovendo práticas de economia circular e contribuindo para a redução de resíduos urbanos.

O presidente da Câmara Municipal de Ílhavo, Rui Dias, destacou que este reforço representa igualmente uma aposta na transparência da ação municipal, sublinhando a atribuição de meios com critérios claros, responsabilidade na gestão e rigor na aplicação dos recursos públicos.

Já o vereador com o pelouro das Freguesias, Carlos Rocha, evidenciou a evolução do modelo de cooperação, considerando que os contratos interadministrativos atingem, em 2026, o seu nível máximo de valorização. O autarca referiu ainda a intenção de continuar a reforçar a delegação de competências, promovendo freguesias mais capacitadas e com maior autonomia na resposta às necessidades das populações.

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