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A Grande Reportagem – ‘O Povo é quem mais ordena’ aborda o tema da abstenção, que nos últimos atos eleitorais, não tem parado de aumentar. O que se constata é que são os mais novos os que mais se abstêm. Mas para que, hoje, mulheres e homens possam votar, houve um longo caminho a percorrer, como explica o historiador Pedro Santos.

No dia 24 de janeiro de 2021, os portugueses voltam, novamente, a ser chamados às urnas e a escolher o Chefe de Estado para liderar nos próximos anos. Em 1974, o Presidente Costa Gomes apelou ao voto da seguinte forma: “votar é um direito de todo o eleitor, mas é, simultaneamente, um dever imperioso. Nenhum português se negará à responsabilidade de votar. Votar é colaborar, votar não é trair o povo”.

De facto nessa altura, a taxa de abstenção não foi além dos 8,5%. Já nas últimas eleições legislativas, 51,4% da população não exerceu o seu direito de voto.

Apesar de existirem várias alternativas para não se falhar uma eleição, como é o caso do voto antecipado, que é explicado na reportagem pelo Presidente da Assembleia Municipal de Vila Nova de Poiares, Nuno Lima. A realidade é que existe uma elevada taxa de abstenção no nosso país, quer nas eleições presidenciais, legislativas, autárquicas e europeias, como pode ver no gráfico que se segue.

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‘O Povo é quem mais ordena’ traz ainda o testemunho de Vitor Nogueira, de 86 anos, que tem mais de 50 anos de experiência política e nunca falhou uma eleição. Hélio Carvalho, de 25 anos, é um representante do futuro do país. Nesta reportagem deixou a sua perspectiva sobre o papel que as eleições assumem na vida de um jovem.

Oiça a reportagem:

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